Conheça quais são os principais tipos de inseticidas agrícolas

Conheça quais são os principais tipos de inseticidas agrícolas

Hoje, existem diferentes tipos de inseticidas agrícolas desenvolvidos para atender aos desafios do campo e auxiliar no combate às pragas que afetam a produtividade das lavouras. Mas, com tantas opções disponíveis, como escolher o defensivo adequado?

Lagartas, percevejos, pulgões e mosca-branca exigem estratégias específicas. Por isso, mais do que conhecer o nome do produto, é preciso saber como os inseticidas agrícolas funcionam, quais grupos químicos fazem parte do manejo e em quais momentos cada solução tem melhor desempenho no controle de pragas agrícolas.

Quando a decisão é tomada com conhecimento e planejamento, o produtor consegue aumentar a eficiência das aplicações, reduzir as falhas de controle e diminuir o risco de resistência ao longo das safras. Neste conteúdo, você vai conhecer os principais grupos de inseticidas, como eles atuam e quais critérios ajudam na escolha da melhor solução. Acompanhe a leitura e tire suas dúvidas!

O que são inseticidas agrícolas?

Os inseticidas agrícolas são produtos desenvolvidos para controlar insetos que atacam as lavouras e comprometem o desenvolvimento das plantas ao longo da safra. Eles atuam diretamente sobre as pragas, reduzindo sua população e ajudando a proteger o potencial produtivo da área.

Na agricultura, esses defensivos são usados no manejo de insetos que causam danos em folhas, caules, raízes, flores, vagens, espigas e grãos. Quando o manejo não acontece no momento adequado, a infestação avança e aumenta as perdas no campo.

O inseticida para lavoura é uma ferramenta importante dentro do controle químico de pragas, sobretudo em culturas como soja, milho, algodão e hortaliças. Cada produto tem características específicas e pode apresentar ação mais rápida, maior residual ou melhor desempenho, conforme o problema identificado.

Conhecer essas diferenças ajuda a fazer escolhas mais assertivas, reduzir falhas e diminuir o risco de resistência.

Como os inseticidas agrícolas funcionam?

O modo de ação dos inseticidas está relacionado à maneira como cada solução interfere nos processos biológicos da praga, comprometendo funções essenciais para sua sobrevivência.

Uma escolha equivocada reduz a eficiência do controle, favorece a sobrevivência de insetos mais resistentes e dificulta o manejo da infestação.

Saiba como os inseticidas agrícolas funcionam:

  • Contato: o produto controla a praga quando entra em contato direto com o inseto ou com a superfície tratada;
  • Ingestão: o inseto absorve o ingrediente ativo quando se alimenta da planta pulverizada;
  • Fumigação: o defensivo atua na forma de gás e penetra no organismo da praga por meio do sistema respiratório;
  • Sistêmico: a solução é absorvida pela planta e transportada internamente pelos tecidos vegetais, auxiliando principalmente na redução da população de insetos sugadores.

Além dessas formas de atuação, os produtos também são agrupados conforme o modo de ação no organismo da praga. Os principais grupos atuam:

  • No sistema nervoso e muscular;
  • No crescimento e desenvolvimento;
  • Na respiração celular;
  • No sistema digestivo;
  • Em mecanismos ainda não totalmente conhecidos.

O Comitê de Ação à Resistência a Inseticidas (IRAC) organiza os grupos conforme seus modos de ação e orienta estratégias para reduzir os problemas de resistência no campo.

Saiba como é a composição de um inseticida agrícola

A formulação de cada produto influencia fatores importantes no campo, como a cobertura da pulverização, a aderência nas folhas, a resistência à chuva e a uniformidade da aplicação.

De forma geral, a formulação dos inseticidas envolve o ingrediente ativo e componentes auxiliares (como as substâncias inertes), podendo ainda contar com adjuvantes adicionados diretamente à formulação ou no momento da pulverização.

Ingrediente ativo

O ingrediente ativo é o componente responsável pelo controle da praga. É ele quem atua no organismo do inseto, afetando funções como o sistema nervoso, o crescimento, a alimentação ou a respiração.

A escolha dessa substância deve considerar o alvo, a cultura, o nível de infestação e o estágio do ciclo da praga. No rótulo do produto, essa substância aparece em destaque e acompanhada de sua concentração. 

Substâncias inertes

As substâncias inertes, componentes auxiliares da formulação, não têm ação direta sobre os insetos, mas ajudam na diluição, dispersão e estabilidade da calda durante a aplicação. 

Solventes, estabilizantes e agentes dispersantes são alguns exemplos utilizados nas formulações.

Essas substâncias também auxiliam na conservação do produto durante o armazenamento e contribuem para aplicações mais uniformes no campo.

Adjuvantes

Os adjuvantes são aditivos que podem ser incorporados à formulação ou adicionados no momento da pulverização. Eles podem potencializar a ação do produto, melhorando a distribuição, penetração, cobertura e aderência do ingrediente ativo nas plantas. 

Entre os mais utilizados estão espalhantes, surfactantes, umectantes e agentes antiespuma. A seleção do adjuvante adequado depende da formulação do inseticida, do tipo de cultura e das condições ambientais. 

Conheça os principais grupos químicos de inseticidas agrícolas

Os inseticidas agrícolas são classificados conforme o modo de ação e grupo químico ao qual pertencem. 

Cada grupo tem características específicas quanto à forma de controle, espectro de ação e risco de resistência

Conheça os grupos químicos mais usados no manejo de insetos em culturas de grãos, como atuam e em quais cenários são mais indicados.

Carbamatos

 Os inseticidas carbamatos atuam no sistema nervoso dos insetos-alvo por meio da inibição da enzima acetilcolinesterase, responsável por regular a transmissão dos impulsos nervosos. Quando essa enzima é bloqueada, os sinais nervosos ficam descontrolados, levando à paralisação e morte.

Esse grupo apresenta ação rápida e é bastante utilizado para o controle de lagartas, percevejos e outras pragas mastigadoras e sugadoras. Por isso, costuma ser recomendado em cenários de maior pressão de infestação, quando o produtor precisa reduzir rapidamente a população presente na área.

Entre os diferenciais dos inseticidas carbamatos, no geral, têm menor residual no solo em comparação com grupos mais antigos, característica que favorece o equilíbrio dos programas de manejo.

Como apresentam ação rápida, mas com menor residual prolongado, esses produtos normalmente são combinados ou rotacionados com outros grupos químicos para prevenir problemas de resistência e preservar a eficiência das aplicações.

Piretroides

Os inseticidas do grupo dos piretroides são derivados sintéticos das piretrinas, compostos naturais extraídos do crisântemo. Eles atuam no sistema nervoso dos insetos, desregulando os canais de sódio das células nervosas e causando hiperatividade, paralisia e morte.

Esse grupo atua por contato e ingestão, e está entre os tipos de inseticidas agrícolas mais usados no campo devido à ação rápida, ao amplo espectro e à menor toxicidade relativa para mamíferos quando comparados a determinados grupos mais antigos. São amplamente utilizados no manejo de lagartas e percevejos em diversas culturas.

Em áreas com alta pressão, normalmente eles são associados ou rotacionados com outros grupos químicos para reduzir as falhas e prevenir a resistência.

Diamidas

As diamidas representam uma das classes mais modernas dentro dos tipos de inseticidas agrícolas. Seu modo de ação atua diretamente nos receptores de rianodina das células musculares dos insetos, provocando a liberação descontrolada de cálcio, paralisação muscular e morte da praga.

O grupo se destaca como inseticida para lagarta em culturas como soja, milho e algodão, com ação prolongada e maior seletividade.

Um dos principais diferenciais das diamidas é um impacto menor sobre inimigos naturais, característica importante dentro de programas de Manejo Integrado de Pragas (MIP). A seletividade permite integrar controle químico e biológico sem comprometer o equilíbrio da lavoura.

As diamidas podem ser utilizadas tanto em programas de manejo planejados quanto em rotação de modos de ação, auxiliando na redução da pressão de resistência.

Organofosforados

Os inseticidas organofosforados também atuam no sistema nervoso dos insetos e apresentam mecanismo semelhante ao dos carbamatos, inibindo a enzima acetilcolinesterase e provocando sobrecarga nos impulsos nervosos da praga.

Esse grupo é reconhecido pela eficiência e rapidez na contenção de infestações mais severas, sendo bastante usado para o controle de diferentes insetos mastigadores e sugadores, conforme ingrediente ativo e registro.

Com amplo espectro de ação, os inseticidas organofosforados são frequentemente aplicados em situações de alta pressão ou quando há necessidade de choque mais imediato na área.

Ao mesmo tempo, eles exigem atenção especial quanto à dosagem, intervalo de segurança e planejamento de rotação entre modos de ação. O uso repetido do mesmo grupo químico aumenta a pressão de seleção e favorece a sobrevivência de populações mais resistentes.

Neonicotinoides

Os neonicotinoides atuam no sistema nervoso dos insetos, ligando-se aos receptores nicotínicos da acetilcolina, provocando a hiperestimulação dos neurônios e levando à paralisação e morte da praga.

Esse grupo é conhecido principalmente pela ação sistêmica. Após a aplicação, o produto é absorvido pela planta e transportado internamente pelos tecidos vegetais, podendo oferecer controle residual contra insetos sugadores.

Por isso, os neonicotinoides apresentam excelente desempenho como inseticida para pulgão, mosca-branca e percevejos, sobretudo nas fases iniciais da cultura e em programas de manejo planejados.

A versatilidade de aplicação possibilita o uso via tratamento de sementes, pulverização foliar ou aplicação no solo, dependendo da necessidade da área e da estratégia adotada pelo produtor.

Para manter a eficiência desse grupo ao longo dos anos, é fundamental alternar os modos de ação e evitar aplicações sequenciais do mesmo produto em diferentes ciclos da cultura.

Benzoilureias

As benzoilureias são um grupo químico de inseticidas que atuam como reguladores de crescimento e atuam na síntese de quitina, substância responsável pela formação do exoesqueleto dos insetos.

Ao bloquear esse processo, o produto impede que a praga complete a muda, levando à morte já nos estágios jovens de desenvolvimento.

Esse grupo costuma apresentar maior eficiência como inseticida para lagarta, especialmente sobre insetos em estágios jovens de desenvolvimento, momento em que o impacto sobre o desenvolvimento do inseto é mais eficiente.

Entre os principais diferenciais das benzoilureias estão a alta seletividade, o baixo impacto sobre inimigos naturais e a compatibilidade com programas de Manejo Integrado de Pragas (MIP).

Como não apresentam ação de choque imediata, são produtos que exigem um monitoramento mais próximo da lavoura e aplicações realizadas no momento correto do ciclo da praga para alcançar melhores resultados.

Confira abaixo o infográfico que preparamos com os principais grupos químicos de inseticidas agrícolas, seus modos de ação e culturas recomendadas: 

Como os inseticidas agrícolas são classificados?

Os diferentes tipos de inseticidas agrícolas podem ser classificados de acordo com o modo de ação, grupo químico, origem e comportamento na planta. 

Além de melhorar a eficiência das aplicações, conhecer essas classificações também ajuda na rotação dos modos de ação como tática para reduzir os problemas de resistência no campo.

Classificação por modo de ação

O modo de ação considera a forma como o produto interfere no organismo da praga. Alguns grupos atuam no sistema nervoso, outros afetam o crescimento, a respiração celular ou o sistema digestivo dos insetos.

Produtos com o mesmo modo de ação tendem a provocar respostas semelhantes. Por isso, aplicações repetidas do mesmo modo de ação aceleram a seleção de populações mais resistentes.

Classificação por grupo químico

Os grupos químicos reúnem produtos com características semelhantes. Entre os mais utilizados atualmente estão carbamatos, piretroides, organofosforados, neonicotinoides e diamidas.

A divisão ajuda no planejamento de rotação entre as aplicações ao longo da safra. Em culturas com ciclos mais longos ou maior pressão, alternar grupos com diferentes modos de ação é ainda mais importante para manter a eficiência do controle.

Classificação por origem

Os produtos também são classificados conforme a sua origem:

  • Naturais: obtidos a partir de compostos encontrados na natureza;
  • Sintéticos: desenvolvidos em laboratório para aumentar a estabilidade e a eficiência no campo;
  • Biológicos: formulados a partir de fungos, bactérias, vírus ou outros microrganismos utilizados no controle.

Hoje, muitos programas de manejo combinam soluções químicas e biológicas para ampliar as possibilidades de manejo e reduzir a pressão sobre um único modo de ação.

Classificação por comportamento na planta

A classificação dos inseticidas também considera a forma como o produto se comporta após a aplicação:

  • Sistêmicos: são absorvidos e transportados pelos tecidos vegetais. Dependendo da tecnologia, a movimentação ocorre pelo xilema ou pelo floema, permitindo maior movimentação do produto na planta;
  • De contato: permanecem na superfície da planta e atuam na área pulverizada. Nesses casos, a qualidade da cobertura influencia no resultado;
  • Translaminares: conseguem atravessar parte dos tecidos foliares e proteger regiões da folha que não receberam diretamente a pulverização.

Critérios para escolher o melhor inseticida agrícola para sua lavoura

Conforme a agrônoma Larissa Guzzo Teixeira, da equipe de Marketing Estratégico e Portfólio da Alta Defensivos:

“A escolha do melhor inseticida deve considerar diversos aspectos da lavoura e da praga-alvo, como o estágio de desenvolvimento da cultura, a cultivar utilizada, o tipo e o comportamento do inseto presente na área, além da intensidade da infestação e do histórico fitossanitário da região”.

Então, antes de definir o inseticida para lavoura mais adequado, observe os seguintes critérios:

  • Tipo de praga presente na área: lagartas, percevejos, pulgões e mosca-branca apresentam hábitos diferentes de alimentação e comportamento. Enquanto algumas espécies atacam folhas e estruturas vegetativas, outras comprometem vagens, espigas e partes reprodutivas da cultura;
  • Grau de infestação: áreas com infestações iniciais normalmente permitem estratégias mais equilibradas e seletivas. Já sob alta pressão populacional, o manejo requer o uso de produtos com ação mais rápida e maior efeito de choque para prevenir perdas mais severas;
  • Ciclo de vida da praga: muitos produtos apresentam melhor desempenho em fases jovens do inseto, como os reguladores de crescimento, por exemplo, que costumam ser mais eficientes sobre ovos e larvas recém-eclodidas. Infestações mais avançadas podem demandar produtos de ação mais rápida ou estratégias combinadas, conforme a praga e o cenário da lavoura;
  • Estágio de desenvolvimento da cultura: soja, milho, algodão e outras culturas apresentam fases mais sensíveis ao ataque de pragas. Dependendo do momento da lavoura, mesmo baixos níveis populacionais podem causar impacto importante na produtividade;
  • Histórico fitossanitário da área: áreas com recorrência de determinadas espécies ou histórico de resistência demandam maior atenção na rotação de modos de ação e no planejamento das aplicações;
  • Tecnologia de aplicação: cobertura da pulverização, condições climáticas no momento da aplicação e escolha correta dos adjuvantes influenciam na eficiência do controle de pragas agrícolas.

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Conte com a Alta para escolher o inseticida ideal

No campo, escolher o produto errado custa produtividade, aumenta o número de aplicações e dificulta o controle químico de pragas. 

Por isso, a definição adequada do inseticida para lavoura é uma decisão que influencia o desempenho da área durante todo o ciclo da cultura.

A Alta Defensivos trabalha ao lado do produtor com soluções desenvolvidas para a eliminação de pragas agrícolas, oportunizando o acesso a tecnologias eficientes no manejo de lagartas, percevejos, pulgões, mosca-branca e outras espécies presentes nas plantações brasileiras.

Além de um portfólio completo de inseticidas agrícolas, a Alta também oferece suporte técnico e orientação personalizada para auxiliar na seleção da ferramenta certa, considerando cultura, pressão de infestação, histórico da área e estratégia.

Acesse a página de produtos, conheça as soluções disponíveis e conte com o apoio de quem entende do campo para reduzir o desperdício, melhorar o desempenho dos defensivos e proteger a sanidade da sua lavoura.

Perguntas frequentes sobre inseticidas agrícolas

Mesmo com experiência no campo, é comum surgirem dúvidas sobre escolha, aplicação e funcionamento dos produtos utilizados no controle das pragas. Abaixo, reunimos as perguntas mais frequentes sobre inseticidas agrícolas:

Como escolher o inseticida agrícola?

A escolha deve considerar fatores como tipo de praga, estágio da infestação, fase de desenvolvimento da cultura e histórico fitossanitário da área. 

Produtos utilizados como inseticida para lagarta, por exemplo, nem sempre apresentam o mesmo desempenho no controle de percevejos, pulgões ou mosca-branca.

Também é importante avaliar o modo de ação, o residual do produto e a necessidade de rotação entre os modos de ação para prevenir os problemas de resistência ao longo das safras.

Como os inseticidas agrícolas são classificados?

A classificação de inseticidas considera diferentes critérios, como modo de ação, grupo químico, origem do produto e comportamento na planta.

Entre os principais grupos estão carbamatos, piretroides, neonicotinoides, diamidas e inseticidas organofosforados. Essa divisão ajuda o produtor a planejar aplicações mais eficientes e evitar o uso repetido do mesmo modo de ação.

Quais são os tipos de inseticidas agrícolas organossintéticos?

Os organossintéticos estão entre os grupos mais usados no controle de pragas agrícolas. Nessa categoria estão produtos como inseticidas organofosforados, carbamatos, piretroides, neonicotinoides e diamidas.

Esses grupos foram desenvolvidos para interferir em diferentes processos biológicos dos insetos, com níveis variados de residual, seletividade e velocidade de ação.

Qual a diferença entre inseticida sistêmico e de contato?

Os inseticidas sistêmicos são absorvidos pela planta e transportados internamente pelos tecidos vegetais, característica importante no controle de insetos sugadores, como pulgões e mosca-branca.

Já os produtos de contato permanecem na superfície da planta e controlam a praga quando ela entra em contato com a área pulverizada. Nesses casos, a cobertura da aplicação influencia diretamente no resultado.

Quando aplicar o inseticida agrícola?

A aplicação deve ocorrer a partir do monitoramento da lavoura e da identificação do nível de infestação na área, sempre com recomendação técnica. 

Além disso, fatores como clima, estágio da cultura e comportamento do inseto também interferem no momento ideal da aplicação.

O que causa falha no controle de pragas agrícolas?

Entre os principais fatores de falhas no controle de pragas agrícolas estão:

  • Escolha inadequada do produto; 
  • Aplicações fora do momento ideal; 
  • Cobertura insuficiente da pulverização;
  • Uso repetido do mesmo modo de ação;
  • Monitoramento inadequado da área.

Condições climáticas desfavoráveis e problemas na tecnologia de aplicação também afetam o desempenho.

Como evitar resistência?

A principal estratégia para prevenir o risco de resistência é alternar os modos de ação ao longo da safra, evitando aplicações sequenciais de produtos com o mesmo modo de ação.

Monitorar a lavoura, respeitar as recomendações de bula e integrar diferentes técnicas também contribuem para minimizar a pressão de seleção e preservar a eficiência das tecnologias disponíveis no campo.

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