Os principais tipos de herbicidas são classificados como seletivos e não seletivos, sistêmicos e de contato, pré-emergentes e pós-emergentes. Como cada grupo apresenta características próprias de uso, é importante conhecer as diferenças para escolher o produto adequado.
A divisão dos herbicidas considera critérios como seletividade, época de aplicação, comportamento do produto na planta e mecanismo de ação. Essas categorias também se combinam, e um mesmo herbicida pode ser seletivo, sistêmico e pós-emergente, conforme suas propriedades, indicação e registro.
Neste conteúdo, você vai encontrar as principais diferenças entre os tipos de herbicidas, entender como funciona o mecanismo de ação e conhecer os critérios que orientam o controle de plantas daninhas. Aproveite a leitura e tire suas dúvidas!
O que são herbicidas?
Herbicidas são produtos usados para controlar o crescimento ou eliminar plantas daninhas que competem com as culturas agrícolas por água, luz, nutrientes e espaço. Quando esse controle falha, as invasoras comprometem o estabelecimento da lavoura e reduzem seu potencial produtivo.
Eles podem ser químicos ou biológicos e atuam em processos vitais das plantas, como fotossíntese, divisão celular, síntese de aminoácidos e formação de lipídios.
A forma como cada herbicida interfere nesses processos define o espectro de controle, o momento de aplicação e o comportamento do produto na planta.
Quais são os tipos de herbicidas?
Os tipos de herbicidas variam conforme a forma como o produto se comporta na planta, sua seletividade e o momento indicado para aplicação. Essas categorias podem aparecer combinadas no mesmo produto, conforme a cultura, a planta daninha e as recomendações de uso.
A tabela abaixo apresenta as principais diferenças para facilitar a comparação:
| Critério | Tipos | Principal característica |
| Movimento na planta | Sistêmicos e de contato | Mostra se o produto se transloca para outros tecidos ou concentra sua ação nas regiões atingidas. |
| Seletividade | Seletivos e não seletivos | Considera a resposta da cultura e das plantas daninhas ao produto. |
| Época de aplicação | Pré-emergentes e pós-emergentes | Indica o momento de uso em relação à emergência da cultura ou das plantas daninhas. |
| Mecanismo de ação | Inibidores de ACCase, ALS, EPSPS, Protox, Inibidores da fotossíntese (fotossistemas I e II), Inibidores da biossíntese de caroteno, Auxinas sintéticas, Inibidores da GS, Inibidores da DHP, Inibidores da formação dos microtúbulos, entre outros. | Identifica o processo bioquímico ou biofísico afetado pelo herbicida. |
Herbicidas sistêmicos
Os herbicidas sistêmicos são absorvidos pela planta e se movimentam internamente pelos tecidos vasculares. Essa translocação faz com que o ingrediente ativo alcance regiões distantes do ponto de absorção, como novos tecidos, raízes ou estruturas de reserva, de acordo com o comportamento de cada produto.
Essa característica tem relevância no manejo de plantas daninhas com maior capacidade de rebrota ou estruturas subterrâneas desenvolvidas. O resultado aparece gradualmente, já que o produto precisa ser absorvido e transportado até seus locais de ação.
No portfólio da Alta, o Velik, à base de glifosato potássico, e Zafera, à base de glifosato – sal de amônio, são herbicidas sistêmicos e não seletivos, indicados para o controle pós-emergente de plantas daninhas de folhas largas e estreitas. Entre as culturas registradas estão algodão, arroz, café, cana-de-açúcar e citros.
Herbicidas de contato
O herbicida de contato concentra sua ação principalmente nos tecidos atingidos durante a pulverização. Como a movimentação para outras regiões da planta é limitada, a qualidade da cobertura é fundamental para o controle.
Esse tipo de produto tem maior relação com situações em que se busca ação sobre a parte aérea das plantas daninhas. Porém, o produtor precisa observar o tamanho da infestação, a quantidade de massa vegetal e a capacidade de rebrota da espécie antes da aplicação.
O Arcalis, à base de dibrometo de diquate, representa essa categoria no portfólio da Alta. O produto atua no fotossistema I e provoca rápida degradação das membranas celulares, com amarelecimento e ressecamento sob luz solar intensa em culturas como algodão, batata, café, citros, feijão, girassol, milho e soja.
Herbicidas seletivos
Os herbicidas seletivos controlam determinadas plantas daninhas sem causar danos à cultura principal quando utilizados nas condições previstas em registro e bula.
Antes da aplicação, é preciso confirmar se o herbicida é seletivo para a cultura, na dose, no estádio e na modalidade de uso indicados na bula.
Para o manejo seletivo de gramíneas, o portfólio da Alta tem:
- Cartago: à base de cletodim, apresenta alta seletividade e atua no controle de gramíneas anuais e perenes para algodão, alho, batata, café, feijão, mandioca, melância, soja e tomate.
- Venture Max: à base de haloxifope-P-metílico, é um graminicida pós-emergente seletivo para algodão, café, citros, eucalipto, feijão, maçã, pinus e soja.
Herbicidas não seletivos
Os herbicidas não seletivos apresentam ação sobre diferentes espécies vegetais suscetíveis. Seu uso exige cuidado com a cultura e com a modalidade de aplicação prevista para evitar contato indesejado com plantas que devem permanecer na área.
Esses produtos podem ser empregados em dessecação de pré-plantio, dessecação de pré-colheita ou aplicações dirigidas, desde que cada modalidade esteja contemplada no registro.
Entre as opções da Alta estão:
- Audace: à base de glufosinato, possui usos registrados em dessecação e aplicações em jato dirigido, entre outras modalidades, para lavouras de alface, algodão, banana, batata, café, citros, eucalipto, feijão, maçã, milho, pêssego, nectarina, repolho, soja, trigo e uva.
- Velik: formulado com glifosato potássico, apresenta ação sistêmica e não seletiva no controle pós-emergente de folhas largas e estreitas em algodão, arroz, café, cana-de-açúcar e citros.
- Zafera: formulado à base de glifosato – sal de amônio, apresenta ação sistêmica e não seletiva no controle pós-emergente de folhas largas e estreitas em algodão, ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros e maçã.
Herbicidas pré-emergentes
Os herbicidas pré-emergentes são utilizados antes da emergência das plantas daninhas e atuam em etapas iniciais do seu desenvolvimento. O efeito ocorre conforme o mecanismo de ação de cada ingrediente ativo.
Esses produtos têm papel importante no manejo antecipado da infestação e podem apresentar efeito residual no solo. A duração do controle varia conforme produto, dose registrada, textura e umidade do solo, condições ambientais e espécie presente na área.
A Alta conta com diferentes alternativas para esse momento:
- Verace: à base de flumioxazina, possui usos registrados em pré-emergência no controle de plantas daninhas de folhas largas e estreitas. Entre as culturas registradas estão batata, café, cana-de-açúcar, cebola, citros, eucalipto, feijão, mandioca, pinus e soja;
- Petren: à base de diclosulam, é um herbicida seletivo destinado ao manejo pré-emergente com registro para amendoim, cana-de-açúcar e soja;
- Nostri: à base de metribuzim, possui usos em pré e pós-emergência contra plantas daninhas de folhas largas e algumas folhas estreitas para plantações de batata, café, cana-de-açúcar, mandioca, soja, tomate e trigo.
Herbicidas pós-emergentes
Nos herbicidas pós-emergentes, o estádio de desenvolvimento da planta daninha influencia diretamente a resposta ao tratamento.
Nas fases iniciais, os tecidos estão em crescimento ativo e, em muitos casos, apresentam maior sensibilidade ao tratamento. Com o avanço do desenvolvimento, a planta acumula mais massa vegetal e forma estruturas de reserva ou apresenta maior capacidade de recuperação, o que dificulta o controle.
O portfólio da Alta oferece opções como:
- Venture Max: graminicida pós-emergente seletivo à base de haloxifope-P-metílico para as culturas de algodão, café, citros, eucalipto, feijão, maçã, pinus e soja;
- Field: formulado com 2,4-D sal dimetilamina, possui usos registrados em pós-emergência para o controle de plantas invasoras, com registro para arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagem, soja e trigo;
- Volcane: à base de MSMA, integra o manejo pós-emergente de plantas daninhas em lavouras de algodão e cana-de-açúcar;
- Ergatis: formulado com imazetapir sal de amônio, pode ser utilizado em pré ou pós-emergência conforme a indicação de uso, com indicação para feijão e soja.
Leia também: Herbicida pós-emergente: estratégias e como utilizar
Como os herbicidas são classificados?
A classificação dos herbicidas considera seletividade, época de aplicação e movimento do herbicida dentro da planta, que são aspectos do comportamento do produto e da forma de uso no campo.
Um mesmo herbicida pode apresentar características de mais de uma categoria. Por isso, a leitura da classificação deve ser feita em conjunto com cultura, espécie-alvo, dose registrada, estádio das plantas e modalidade prevista em bula.
Quanto à seletividade
A seletividade depende da interação entre produto, cultura, dose registrada, estádio das plantas e posicionamento da aplicação. Ela pode ocorrer de diferentes formas:
- Seletividade genuína: decorre de diferenças entre as espécies, como absorção, translocação ou capacidade de metabolizar o ingrediente ativo;
- Seletividade adquirida: ocorre quando uma característica genética confere tolerância a determinado herbicida, como em cultivares desenvolvidas para sistemas específicos de manejo;
- Seletividade de posição: resulta do posicionamento do herbicida de forma que a exposição da cultura seja reduzida, enquanto o produto permanece disponível para atingir as plantas daninhas ou a região de interesse.
Os herbicidas não seletivos apresentam ação sobre um conjunto mais amplo de espécies suscetíveis. Seu uso pode ocorrer em dessecação de pré-plantio, dessecação de pré-colheita, aplicações dirigidas e outras modalidades registradas, conforme o produto e a cultura.
Quanto à época de aplicação
A época de aplicação indica em qual etapa do manejo o herbicida deve ser posicionado:
- Pré-plantio: aplicação realizada antes da implantação da cultura, comum em estratégias de dessecação e preparo da área;
- Pré-emergente: aplicação posicionada antes da emergência das plantas daninhas, com ação durante fases iniciais de germinação, emergência ou desenvolvimento;
- Pós-emergente: aplicação realizada quando as plantas daninhas já emergiram, respeitando espécie, estádio, cultura e modalidade registrada.
O termo pré-emergente exige atenção, porque o produto não atua necessariamente impedindo a germinação da semente. Conforme o mecanismo de ação, ele pode interferir no crescimento das raízes, na formação da parte aérea ou em outros processos essenciais durante o estabelecimento da plântula.
Quanto ao movimento do herbicida na planta
Essa classificação descreve o que acontece com o ingrediente ativo depois da absorção.
- Herbicidas de contato: concentram a ação principalmente nos tecidos atingidos pela pulverização e apresentam movimentação limitada para outras partes da planta;
- Herbicidas sistêmicos: são absorvidos e translocados para outros tecidos pelo xilema, pelo floema ou por ambos, conforme as características do ingrediente ativo.
Nos herbicidas de contato, a cobertura da superfície-alvo assume maior importância, principalmente quando existe grande quantidade de massa vegetal.
Nos sistêmicos, a translocação possibilita que o ingrediente ativo alcance regiões distantes do local de absorção, característica relevante no manejo de espécies com rizomas, raízes profundas, órgãos de reserva ou elevada capacidade de rebrota.
Quanto à formulação
A formulação indica como o ingrediente ativo é apresentado no produto comercial e interfere no preparo da calda, na necessidade de agitação e nas condições de uso do produto.
Entre os formatos encontrados nos herbicidas agrícolas estão:
- Concentrado solúvel (SL);
- Suspensão concentrada (SC);
- Concentrado emulsionável (EC);
- Grânulos dispersíveis em água (WG).
Misturas e combinações devem seguir as orientações de bula e as recomendações técnicas correspondentes.
Quanto ao comportamento no solo
Herbicidas aplicados ao solo apresentam comportamentos diferentes depois da aplicação. Textura, matéria orgânica, umidade, características do ingrediente ativo e regime de chuvas repercutem na disponibilidade e permanência do produto na área tratada.
Três propriedades são especialmente relevantes:
- Adsorção: indica a retenção do herbicida pelas partículas do solo, especialmente argila e matéria orgânica, e condiciona a quantidade disponível na solução do solo;
- Persistência: corresponde ao período em que o ingrediente ativo permanece no ambiente em condições de exercer atividade, influenciando o efeito residual e o planejamento das culturas seguintes;
- Mobilidade: descreve a capacidade de deslocamento do herbicida no perfil do solo, afetada por propriedades do produto, retenção no solo, volume de água e características da área.
Essas propriedades precisam ser avaliadas conforme as condições de uso previstas para cada herbicida. As características do solo não justificam alterações de dose fora das recomendações registradas.
Qual é a diferença entre modo de ação e mecanismo de ação dos herbicidas?
O mecanismo de ação dos herbicidas indica qual processo bioquímico ou biofísico é atingido primeiro pelo ingrediente ativo dentro da planta. Em muitos casos, o herbicida bloqueia uma enzima essencial para o metabolismo vegetal.
O modo de ação descreve uma sequência mais ampla, desde a absorção do herbicida até o efeito final sobre a planta, incluindo translocação, alterações fisiológicas e surgimento dos sintomas.
| Conceito | O que indica | Exemplo |
| Mecanismo de ação | Qual processo é afetado primeiro pelo ingrediente ativo. | O glifosato inibe a enzima EPSPS. |
| Modo de ação | Como a ação do herbicida se desenvolve até chegar ao efeito final. | Após a absorção e translocação, a planta reduz a produção de aminoácidos essenciais, interrompe o crescimento e apresenta sintomas progressivos. |
No caso do glifosato, por exemplo, o mecanismo de ação começa com a inibição da enzima EPSPS, envolvida na produção de aminoácidos aromáticos. A partir dessa interferência, outras alterações se acumulam até afetar o desenvolvimento da planta.
Essa diferença também orienta o manejo da resistência, visto que dois herbicidas com marcas ou ingredientes ativos diferentes podem atuar sobre o mesmo mecanismo de ação. É por isso que a rotação precisa considerar mecanismos distintos e efetivos para a planta daninha presente na área, e não somente a troca de produto.
Como escolher o tipo de herbicida?
A escolha dos tipos de herbicidas precisa partir das condições encontradas na área. Antes da aplicação, siga este checklist:
- Identifique as plantas daninhas: reconheça corretamente as espécies presentes e observe o estádio de desenvolvimento;
- Verifique a cultura e seu estádio: confirme se o produto tem registro para a cultura e se ela está dentro da fase indicada para a aplicação;
- Defina o momento do manejo: avalie se a situação pede uma aplicação em pré-plantio, pré-emergência ou pós-emergência;
- Confira a seletividade: verifique se o herbicida pode ser aplicado na cultura, na dose e na modalidade previstas em bula, sobretudo se houver aplicação sobre a área cultivada;
- Consulte o mecanismo de ação e o histórico da área: levante quais grupos já foram utilizados nas safras anteriores para planejar o manejo sem repetir continuamente o mesmo mecanismo;
- Considere casos de resistência: quando houver resistência confirmada na área, selecione mecanismos de ação efetivos para a espécie e associe outras medidas de manejo;
- Verifique registro e bula: confira culturas, alvos, doses, estádios, modalidade de aplicação, intervalos e demais condições estabelecidas para o herbicida.
No portfólio da Alta Defensivos, você encontra soluções para diferentes culturas, momentos de aplicação e estratégias de manejo.
Como a resistência influencia a escolha dos herbicidas?
A resistência acontece quando plantas antes sensíveis sobrevivem à dose registrada do herbicida e transmitem essa característica aos descendentes. Esse comportamento difere da tolerância, que faz parte das características naturais de uma espécie e não surge pela seleção provocada pelo uso sucessivo do produto.
A classificação do HRAC organiza os herbicidas conforme o modo como atuam na planta e serve como referência para planejar a rotação. Antes da escolha, é preciso considerar:
- Grupos utilizados nas últimas safras;
- Espécies que sobreviveram aos tratamentos;
- Casos de resistência confirmados na região.
A troca de marca ou ingrediente ativo só contribui para o manejo quando o novo herbicida tem ação diferente e continua efetivo contra a espécie-alvo. Repetir produtos do mesmo grupo mantém a pressão de seleção sobre a população presente na área.
O manejo também deve combinar rotação de culturas, plantas de cobertura, controle mecânico e aplicações planejadas em pré e pós-emergência.
Quando houver suspeita de resistência, é importante primeiro descartar falhas de dose, estádio, clima e tecnologia de aplicação antes de redefinir a estratégia.
Para entender como identificar e manejar casos suspeitos, acesse nosso conteúdo completo sobre resistência a herbicidas.
Quais fatores podem provocar falhas no controle dos herbicidas?
As falhas no controle podem ter causas diferentes e precisam ser analisadas antes de qualquer mudança na estratégia de manejo. Os fatores mais comuns são:
- Identificação incorreta da espécie: quando o alvo é identificado de forma errada, a escolha do produto perde precisão;
- Estádio avançado da planta daninha: plantas maiores apresentam mais massa foliar, perfilhamento e estruturas de reserva, o que dificulta o controle fora da janela recomendada;
- Resistência: populações resistentes sobrevivem mesmo após aplicações feitas dentro das recomendações;
- Condições climáticas inadequadas: chuva, vento, temperatura, umidade e estresse hídrico interferem na deposição, absorção e permanência do herbicida sobre o alvo;
- Tecnologia de aplicação inadequada: bicos desgastados, pressão incorreta, volume de calda inadequado, velocidade excessiva e cobertura irregular limitam a quantidade de produto que atinge a planta;
- Escolha inadequada do herbicida: cultura, espécie-alvo, estádio e modalidade de aplicação precisam ser compatíveis com a indicação do produto;
- Aplicação fora das recomendações de bula: alterações de dose, estágio, alvo, intervalo ou modalidade afetam o desempenho e aumentam o risco de fitotoxicidade.
Como aplicar herbicidas corretamente?
Depois da escolha do herbicida, a atenção se volta para a aplicação. O resultado depende do cumprimento das recomendações técnicas e da qualidade da pulverização:
- Consulte a bula: siga dose, modalidade de uso, intervalo e demais orientações do produto;
- Observe as condições ambientais: realize a pulverização dentro das condições de temperatura, umidade, vento e chuva recomendadas para aquela aplicação;
- Calibre o pulverizador: confira bicos, vazão, pressão, velocidade e uniformidade antes de iniciar o trabalho;
- Confirme o alvo: verifique se a espécie e o estádio da planta daninha correspondem à indicação do herbicida;
- Confira a cultura: respeite as condições de seletividade e o momento de aplicação estabelecidos no registro;
- Utilize produtos registrados: trabalhe somente com herbicidas autorizados para a cultura, o alvo e a modalidade de uso.
Para conferir mais detalhes sobre regulagem, escolha de bicos e qualidade da pulverização, acesse Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas.
Alta Defensivos: soluções para diferentes estratégias de manejo com herbicidas
Do manejo antecipado ao controle de plantas já estabelecidas, a escolha do herbicida também requer atenção à procedência dos produtos. Qualidade de formulação, eficiência comprovada e respaldo técnico dão mais segurança às decisões ao longo da safra.
A Alta Defensivos atua como parceira do produtor nesse trabalho, com defensivos para diferentes necessidades de manejo e orientação técnica especializada.
O portfólio tem herbicidas seletivos, não seletivos, sistêmicos, de contato, pré-emergentes e pós-emergentes, além de soluções para dessecação e controle residual em diferentes culturas. Conheça todos os herbicidas da Alta Defensivos para cuidar da sua lavoura.
Perguntas frequentes sobre tipos de herbicidas
Algumas dúvidas aparecem com frequência na escolha e no uso dos herbicidas. As respostas abaixo retomam as principais orientações para facilitar a sua consulta:
Quais são os principais tipos de herbicidas?
Os principais tipos de herbicidas são agrupados conforme seletividade, movimento na planta e momento de aplicação. Entre eles estão os seletivos e não seletivos, sistêmicos e de contato, pré-emergentes e pós-emergentes.
Qual a diferença entre herbicida seletivo e não seletivo?
O herbicida seletivo controla determinadas plantas daninhas dentro das condições registradas para a cultura. Já o herbicida não seletivo apresenta ação sobre uma variedade maior de espécies suscetíveis. A seletividade depende de fatores como cultura, dose, estádio e modalidade de aplicação.
Qual a diferença entre herbicida sistêmico e de contato?
O herbicida sistêmico é absorvido e translocado para outros tecidos da planta pelo xilema, pelo floema ou por ambos, conforme o ingrediente ativo. O herbicida de contato concentra sua ação principalmente nos tecidos atingidos durante a pulverização.
Qual a diferença entre herbicida pré-emergente e pós-emergente?
O herbicida pré-emergente entra no manejo antes da emergência das plantas daninhas e atua em etapas iniciais do desenvolvimento. O herbicida pós-emergente é utilizado quando as plantas daninhas já estão presentes na área, de acordo com espécie, porte e estádio de desenvolvimento.
Como saber qual herbicida utilizar?
A escolha deve partir da identificação correta da planta daninha e das condições da área. Também é preciso conferir cultura registrada, estágio das plantas, momento de aplicação, seletividade, histórico de resistência e recomendações de bula. O suporte de um profissional habilitado contribui para um posicionamento mais adequado.
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