Doenças do amendoim: conheça as 10 principais ameaças à produtividade da sua lavoura

Doenças do amendoim

As doenças do amendoim estão entre os fatores que mais limitam o potencial produtivo da cultura, mesmo em áreas tecnificadas. Quem vive o dia a dia da lavoura sabe que não se trata só de “manchas nas folhas”, mas de perda de eficiência fisiológica, desfolha precoce, falhas no enchimento das vagens e redução da rentabilidade por hectare.

O desafio é que muitas dessas doenças são imperceptíveis nas fases iniciais. Quando os sintomas se intensificam, parte do teto produtivo já ficou para trás. Por isso, conhecer o comportamento dos patógenos, entender o ambiente que favorece a sua multiplicação e estruturar um manejo consistente é uma decisão estratégica.

Neste conteúdo, vamos analisar as 10 principais doenças do amendoim, olhando para sintomas, causas e impactos na produtividade. Quanto mais claro for o diagnóstico, mais eficiente será o controle. Vamos juntos? 

Quais são as principais doenças do amendoim?

Para facilitar a análise, vamos dividir as doenças do amendoim em três grupos: doenças foliares, doenças de solo e colo da planta e outras doenças relevantes que também interferem no desempenho da lavoura. 

Assim, fica mais fácil entender onde o problema começa e como estruturar o manejo. 

Doenças foliares do amendoim

As doenças foliares são aquelas que atingem principalmente as folhas, reduzindo a área fotossintética da planta. 

Cada folha perdida representa menos energia para formar e encher as vagens. Quando a desfolha ocorre antes dos 90 dias, o impacto na produtividade pode ser severo.

É nesse grupo que entram as cercosporioses, a ferrugem no amendoim, a verrugose e a mancha barrenta. São doenças que se favorecem de umidade elevada e temperaturas adequadas, cenário comum em muitas regiões produtoras.

Mancha-preta do amendoim

A mancha preta no amendoim é causada pelo fungo Cercosporidium personatum e é considerada uma das doenças mais agressivas da cultura. Junto com a mancha-castanha, ela compõe o grupo das cercosporioses do amendoim, que são as principais doenças foliares da cultura.

Os sintomas aparecem como lesões circulares, escuras, geralmente menores e mais definidas que as da mancha-castanha. A esporulação ocorre principalmente na face inferior da folha, favorecendo sua rápida disseminação. 

Em condições de alta umidade e temperaturas entre 20 °C e 26 °C, a doença evolui rapidamente. O grande problema é a desfolha intensa e precoce, que prejudica o enchimento das vagens. 

Mancha-castanha

A mancha castanha do amendoim é originada pelo fungo Cercospora arachidicola e também faz parte da cercosporiose do amendoim. Muitas vezes, as duas doenças ocorrem juntas na lavoura.

As lesões são maiores, de coloração castanha, com bordas irregulares e halo amarelado bem visível. Normalmente surgem por volta de 40 dias após a semeadura, começando pelas folhas mais velhas.

Assim como a mancha-preta, ela reduz a área foliar e provoca a queda prematura das folhas. Por isso, o monitoramento precoce e um programa preventivo são fundamentais.

Ferrugem do amendoim

A ferrugem no amendoim é causada por Puccinia arachidis. Embora nem sempre seja epidêmica, quando encontra ambiente favorável, com alta umidade e temperaturas entre 20 °C e 30 °C, pode evoluir rapidamente.

Os sintomas começam como pequenas pontuações amareladas que evoluem para tons marrom-avermelhados. As folhas passam a apresentar aspecto enferrujado, principalmente na face inferior.

Diferente das cercosporioses, a ferrugem nem sempre causa queda acentuada de folhas, mas compromete a área ativa da planta. O impacto final é semelhante: menos fotossíntese, menos enchimento de vagens e menor produtividade.

Verrugose

A verrugose no amendoim é causada pelo fungo Sphaceloma arachidis. Durante muito tempo foi considerada secundária, mas hoje pode causar danos importantes, sobretudo em áreas com histórico da doença.

Os sintomas incluem pequenas lesões salientes, como verrugas, em folhas, hastes e nervuras. Em ataques severos, há deformação da planta e seca prematura.

A incidência costuma aumentar quando há presença de tripes, o que exige atenção redobrada, pois o manejo integrado de pragas e doenças se torna indispensável.

Doenças de solo e colo da planta

Enquanto as doenças foliares afetam a parte aérea, as doenças de solo atacam as raízes, o colo e as vagens. Muitas vezes, o produtor só percebe quando há falhas na lavoura ou plantas murchando em reboleiras.

Essas doenças costumam estar associadas a solos mal drenados, alta umidade e histórico de cultivo contínuo da cultura.

Mofo branco

O mofo branco no amendoim é causado pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum, um patógeno extremamente persistente no solo. Ele forma estruturas de resistência chamadas escleródios, que podem permanecer viáveis por vários anos, mesmo sem a presença do amendoim na área.

Na lavoura, o sintoma começa discretamente, com uma leve murcha em plantas isoladas. Quando se observa com atenção a base da planta, aparece o micélio branco, com aspecto de algodão, evoluindo para apodrecimento do colo e morte da planta. 

Em ambiente úmido e com temperaturas amenas, a evolução é rápida e pode formar reboleiras. O grande desafio é que esse fungo possui um grande número de hospedeiros, como é o caso da soja, por exemplo. Por isso, a rotação de culturas nem sempre elimina o problema. 

Aqui, é preciso reduzir o inóculo no solo, escolher áreas menos compactadas e estruturar um programa preventivo de fungicidas eficientes no momento correto. 

Podridão-de-vagem

A podridão-de-vagem afeta diretamente o produto final, ou seja, o que vai para o armazém e para a comercialização. A doença pode ser causada por diferentes fungos de solo que infectam as vagens ainda em formação, sobretudo em condições de alta umidade.

O produtor percebe o problema muitas vezes apenas na colheita, quando encontra vagens escurecidas, apodrecidas ou com grãos deteriorados. Além da perda de peso, há risco de rebaixamento de padrão e até descarte de lotes.

Áreas com solo compactado, drenagem deficiente ou excesso de palhada mal manejada tendem a apresentar maior incidência. Por isso, o manejo começa muito antes do sintoma, observando a estrutura física do solo, o equilíbrio nutricional e o controle preventivo da doença para proteger a qualidade da produção.

Murcha de sclerotium

A murcha de sclerotium é causada por Sclerotium rolfsii e costuma preocupar porque a planta aparentemente saudável pode murchar repentinamente, mesmo com a umidade adequada do solo.

Ao observar a base da planta, é comum encontrar micélio branco e pequenos escleródios arredondados, semelhantes a grãos de mostarda. Esses escleródios garantem a sobrevivência do fungo no solo e facilitam a sua disseminação.

Ela é favorecida por temperaturas elevadas e alta umidade, especialmente em áreas com histórico da doença. 

O impacto pode ser significativo nas fases iniciais do ciclo. A prevenção é mais eficiente do que a correção, com manejo de solo, rotação de culturas e uso de fungicidas adequados no momento certo.

Rhizoctoniose

A rhizoctoniose, causada por Rhizoctonia solani, é uma doença típica da fase inicial da cultura. Ela afeta principalmente as plântulas, provocando tombamento e falhas na linha de plantio.

O produtor percebe desuniformidade no estande, plantas menores ou lesões no colo e nas raízes. Mesmo quando não mata a planta, a doença reduz o vigor e prejudica o desenvolvimento inicial, impactando o potencial produtivo.

Como se trata de um fungo de solo, o controle começa antes da emergência, com tratamento de sementes, preparo adequado do solo e atenção à umidade excessiva para reduzir a pressão inicial do patógeno.

Outras doenças relevantes para ficar de olho

Além das doenças já citadas, existem outras que podem surgir dependendo da região, do clima e do histórico da área. Mesmo quando não são as mais frequentes, merecem atenção para evitar surpresas.

Murcha-de-Fusarium

Causada por Fusarium spp., essa doença atua de forma sistêmica, colonizando os vasos condutores da planta. O sintoma começa com amarelecimento progressivo, seguido de murcha, mesmo sem déficit hídrico.

Ao cortar o caule, é possível observar escurecimento vascular interno. A planta perde a capacidade de transportar água e nutrientes, resultando em desenvolvimento desigual e redução no número e no peso das vagens.

Solos compactados, com desequilíbrio nutricional ou plantas sob estresse tendem a favorecer a doença. 

Vírus do mosaico do amendoim

O vírus do mosaico do amendoim provoca manchas cloróticas irregulares, aspecto mosqueado nas folhas e, em casos mais severos, deformações e redução de crescimento.

A transmissão se dá, principalmente, por insetos vetores, como os pulgões. Embora não seja um fungo, ela entra no contexto das doenças do amendoim porque compromete o vigor e a capacidade produtiva.

O controle está ligado ao manejo de insetos vetores e uso de sementes sadias. Aqui, novamente, o produtor precisa olhar para o sistema como um todo: a sanidade da lavoura começa na base e depende de decisões integradas.

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Como controlar as doenças do amendoim?

Quem busca teto produtivo consistente sabe que não existe solução única e, conforme o Consultor de Desenvolvimento de Mercado e Produtos, Edivaldo Panini, “para se ter um efetivo controle das principais doenças do amendoim, como manchas foliares e cercosporiose, é essencial realizar um bom manejo integrado, que combine diferentes práticas”.

A seguir, vamos organizar os principais pilares para um manejo eficiente:

Maneje corretamente a palhada e os resíduos culturais

A permanência de restos culturais favorece a sobrevivência de patógenos. Panini orienta o uso da aração profunda para enterrar resíduos da safra anterior, reduzindo as fontes de inóculo.

O manejo adequado da palhada:

  • Diminui a pressão de doenças na safra seguinte;
  • Reduz a sobrevivência de fungos em restos vegetais;
  • Contribui para um ambiente menos favorável à infecção.

Invista na rotação de culturas

A rotação de culturas reduz o inóculo de doenças como a mancha barrenta do amendoim, a murcha de sclerotium e a rhizoctoniose. Segundo Edivaldo Panini, “O ideal é não cultivar amendoim na mesma área por pelo menos dois a três anos e alternar com espécies que não sejam do gênero Arachis.

Quando você alterna culturas não hospedeiras:

  • Diminui a sobrevivência de patógenos no solo;
  • Melhora a estrutura física do solo;
  • Reduz a pressão geral de doenças.

Faça o tratamento de sementes

Panini recomenda o tratamento de sementes com fungicidas para proteger a semente e a plântula nos primeiros estágios de desenvolvimento: “O uso de polímeros melhora a cobertura e aumenta a eficiência da proteção inicial”.

O tratamento adequado:

  • Reduz o tombamento;
  • Garante um estande mais uniforme;
  • Diminui a pressão inicial de fungos de solo;
  • Protege o potencial produtivo desde o início.

Utilize cultivares com maior tolerância a doenças

Nenhuma cultivar é totalmente imune, mas existem diferenças importantes no nível de resistência às cercosporioses, à ferrugem e até à verrugose no amendoim.

Escolher material com maior resistência genética significa:

  • Reduzir a velocidade de avanço da doença;
  • Aumentar o período de latência do patógeno;
  • Diminuir a pressão inicial na lavoura;
  • Facilitar o trabalho dos fungicidas.

Panini orienta que, sempre que disponíveis, devem ser priorizadas as variedades com maior tolerância às principais doenças da cultura. A genética não substitui o manejo químico, mas reduz riscos e dá margem estratégica ao produtor.

Planejamento da época de plantio

A definição da janela de semeadura também influencia o ambiente favorável às doenças. De acordo com Edivaldo Panini, “evitar plantios muito tardios que coincidam com períodos de alta umidade e temperaturas elevadas ajuda a reduzir a incidência de patógenos”.

O planejamento correto da época de plantio:

  • Reduz a exposição a condições críticas;
  • Permite melhor organização do calendário de aplicações;
  • Diminui riscos de infecções precoces.

Controle a umidade na lavoura

O excesso de umidade é um dos principais fatores de doenças como mofo branco, podridão-de-vagem, murcha de sclerotium, mancha-preta e mancha-castanha.

O controle começa na base do sistema produtivo. O produtor deve observar:

  • Nível de compactação do solo;
  • Eficiência da drenagem superficial;
  • Histórico de encharcamento;
  • Equilíbrio de matéria orgânica.

Além das condições do solo, a arquitetura da lavoura influencia diretamente o microclima interno do dossel. O excesso de densidade reduz a aeração e aumenta o período de molhamento foliar, criando um ambiente favorável à infecção.

Com o espaçamento adequado entre plantas, conforme orienta Edivaldo Panini, é possível prevenir o excesso de umidade e o abafamento, além de facilitar a penetração de fungicidas.

Adote um programa preventivo de fungicidas

Esperar que os sintomas estejam avançados para iniciar a aplicação compromete o resultado. No caso da cercosporiose do amendoim, por exemplo, a estratégia mais eficiente é preventiva. 

Panini reforça a importância das aplicações preventivas, principalmente no fechamento das entrelinhas, que ocorre por volta dos 45 dias após a semeadura, que é o momento mais sensível para infecções.

Um programa bem estruturado deve considerar:

  • Início de aplicação entre 35 e 45 dias após a semeadura;
  • Intervalos ajustados conforme a pressão climática;
  • Escolha de produtos com alta eficiência comprovada;
  • Cobertura adequada da aplicação.

Conforme orientação técnica, as aplicações preventivas com produtos de contato e sistêmicos são essenciais para manter o controle e reduzir o risco de resistência.

As ferramentas técnicas que indicam o momento ideal de aplicação, com base em condições climáticas e levantamentos de campo, tornam o manejo ainda mais preciso.

Faça a rotação de mecanismos de ação

Edivaldo Panini recomenda a alternância entre grupos químicos distintos para reduzir a seleção de resistência.

Para proteger a eficiência dos produtos no longo prazo, o manejo pode incluir:

  • Fungicidas de contato, como clorotalonil;
  • Fungicidas sistêmicos;
  • Fungicidas mesostêmicos, como triazóis e estrobilurinas;
  • Misturas recomendadas conforme orientação técnica.

Controle biológico como complemento estratégico

O manejo integrado também pode incorporar biofungicidas. Edivaldo Panini destaca o uso de produtos à base de bactérias do gênero Bacillus, que melhoram a saúde do solo, aumentam a resistência da planta e auxiliam no controle de doenças por meio da competição por nicho e produção de compostos antifúngicos.

O controle biológico complementa o manejo químico, fortalece o sistema radicular e amplia a estabilidade do programa sanitário.

Utilize o manejo integrado de doenças (MID)

O manejo integrado combina genética, químico, cultural e monitoramento. Um programa eficiente deve integrar:

  • Escolha correta de cultivar;
  • Rotação de culturas;
  • Manejo de solo;
  • Controle de pragas vetores;
  • Programa estruturado de fungicidas.

Realize o monitoramento frequente da lavoura

Doenças como a mancha preta no amendoim e a mancha castanha do amendoim evoluem rápido sob condições favoráveis. O monitoramento deve ser constante, principalmente a partir dos 35 a 40 dias após a semeadura.

Algumas boas práticas são:

  • Vistoriar as folhas do terço inferior;
  • Observar o início de desfolha;
  • Identificar reboleiras;
  • Registrar histórico por talhão.

Manejo adequado na colheita

O cuidado não termina no campo. De acordo com Edivaldo Panini, é fundamental realizar a secagem correta das vagens, mantendo umidade máxima de 10%, e evitar que o amendoim ensacado pernoite no campo para prevenir bolores e risco de aflatoxinas.

O cuidado final protege a qualidade e o valor comercial da produção.

Proteja a sua lavoura com os defensivos da Alta

Se tem algo que a prática no campo ensina é que a produtividade não depende só do potencial genético ou de um clima favorável, mas também de decisões técnicas tomadas na hora certa. 

E quando falamos em doenças do amendoim, essa postura passa pela escolha adequada dos defensivos. Quando o controle é tardio ou mal estruturado, o impacto se consolida nos resultados. 

Por isso, a construção de um programa fitossanitário eficiente começa antes da primeira aplicação. A Alta Defensivos entende que o agricultor precisa de soluções que entreguem:

  • Alta eficiência no controle;
  • Consistência sob diferentes níveis de pressão;
  • Segurança operacional;
  • Proteção real do potencial produtivo.

É dentro dessa estratégia que se posiciona a linha de fungicidas para amendoim, desenvolvida para atuar com performance e confiabilidade dentro de programas bem estruturados. Conheça todas as soluções da Alta Defensivos disponíveis para a sua lavoura

Perguntas frequentes sobre doenças do amendoim

Mesmo os produtores mais experientes costumam ter dúvidas recorrentes sobre as doenças do amendoim, principalmente quando os sintomas são parecidos ou aparecem simultaneamente na lavoura. Confira as respostas para as perguntas mais comuns: 

O mofo branco é comum no amendoim?

Depende da região e do histórico da área. O mofo branco no amendoim tende a ocorrer com maior frequência em ambientes com alta umidade e temperaturas amenas, especialmente em solos mal drenados.

O problema é maior em áreas com histórico da doença, pois o fungo forma escleródios que permanecem viáveis no solo por vários anos. Quando encontra um ambiente favorável, pode formar reboleiras e causar a morte das plantas.

Por isso, o histórico da área e o manejo preventivo são determinantes para reduzir o risco.

Qual a diferença entre mancha-castanha e mancha-preta?

As duas fazem parte da chamada cercosporiose do amendoim, mas apresentam diferenças importantes:

  • Mancha castanha no amendoim: forma lesões maiores, com halo amarelado bem definido e bordas irregulares, e geralmente surge primeiro no ciclo;
  • Mancha preta no amendoim: apresenta lesões menores, mais escuras e arredondadas, com esporulação predominante na face inferior da folha. É considerada mais agressiva e costuma evoluir rápido.

Ambas reduzem a área foliar e provocam a desfolha precoce. O manejo deve ser preventivo e estruturado para controlar as duas simultaneamente.

O que é cercosporiose do amendoim?

Cercosporiose do amendoim é o nome dado ao conjunto das duas principais doenças foliares da cultura: mancha-castanha e mancha-preta.

São doenças causadas por fungos que se disseminam pelo vento, sobrevivem em restos culturais e evoluem sob alta umidade e temperaturas amenas a moderadas.

Quando não controladas, reduzem o potencial produtivo, especialmente quando ocorrem antes do fechamento do ciclo. Por isso, a cercosporiose do amendoim é considerada o principal alvo de programas preventivos de fungicidas na cultura.

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