Conheça os principais tipos de herbicida e seus mecanismos de ação

Com a chegada da temporada de chuvas, as ervas daninhas ganham força nas lavouras. A umidade e o calor aceleram a germinação e o crescimento das invasoras, exigindo decisões rápidas e precisas sobre o manejo da área. Nessa hora, é importante saber quais são os tipos de herbicidas disponíveis no mercado para escolher o produto certo e manter a produtividade.
Pensando nisso, preparamos um conteúdo completo para te ajudar a fazer escolhas mais estratégicas no campo. Aqui, vamos explicar o que são os herbicidas, os diferentes tipos que existem, como funcionam e como aplicar corretamente.
E se você deseja saber onde comprar herbicida de um fornecedor confiável, também vamos falar sobre os produtos da Alta Defensivos, que possuem a qualidade e o respaldo técnico que você precisa para obter bons resultados. Vamos juntos?
O que são herbicidas e por que entender os tipos de herbicidas é essencial
Herbicidas são produtos usados para controlar o crescimento ou eliminar ervas daninhas que competem com as culturas agrícolas.
Eles podem ser químicos ou biológicos e atuam em processos vitais das plantas invasoras, como a fotossíntese, a divisão celular ou a produção de proteínas. Na prática, eles ajudam a garantir que a lavoura cresça com menos competição e mais potencial produtivo.
Porém, não existe um único herbicida que serve para tudo. Cada produto tem uma forma diferente de agir, uma época certa de aplicação, uma cultura-alvo e um tipo de planta daninha que controla melhor.
Saber escolher entre os diferentes tipos de herbicidas significa acertar na dose, economizar no manejo e reduzir os riscos à cultura e ao meio ambiente, além de evitar a resistência das plantas daninhas.
Para fazer um manejo inteligente e sustentável, é indispensável, portanto, entender quais são os tipos de herbicidas, seus mecanismos de ação e o momento certo de uso.
Por que usar herbicidas? Entenda o impacto de plantas daninhas na lavoura
Quem já enfrentou uma infestação de ervas daninhas sabe que são plantas que competem diretamente com a cultura por água, luz e nutrientes, principalmente no início do ciclo, quando a lavoura ainda está se estabelecendo.
Muitas daninhas também funcionam como esconderijos para pragas e doenças, servindo de ponte para infestações que se espalham rapidamente. Algumas espécies dificultam a colheita, aumentam o uso de combustível e o tempo de operação, gerando mais custo e dor de cabeça para o produtor.
Com o aumento da umidade e do calor ocasionados pelas chuvas de verão que estão chegando, o crescimento dessas plantas se acelera de forma impressionante. Por isso, é agora que o uso de herbicidas ajuda a proteger o potencial da cultura, antes que as daninhas comprometam a lavoura e a rentabilidade.
Principais critérios de classificação dos tipos de herbicidas
Para escolher o herbicida certo, é preciso entender como ele age, quando deve ser aplicado e qual é a compatibilidade com a cultura e o tipo de planta daninha presente na área.
Por isso, os herbicidas são classificados com base em critérios técnicos, que envolvem principalmente seletividade, época de aplicação e modo de ação. Entenda cada um deles para usar esse conhecimento a seu favor na hora de definir o melhor manejo.
Seletividade
A seletividade é a capacidade que o herbicida tem de matar a planta daninha sem prejudicar a cultura principal. Em outras palavras, é o que permite aplicar o produto diretamente na área cultivada sem correr o risco de danificar as plantas de interesse.
Existem três formas principais de seletividade:
- Seletividade genuína: acontece quando a cultura consegue metabolizar o herbicida, tornando-o inofensivo para si mesma;
- Seletividade adquirida: é quando a planta foi modificada geneticamente para tolerar o herbicida;
- Seletividade de posição (toponômica): ocorre quando o produto é aplicado de forma que não entre em contato com a cultura, apenas com as daninhas ou o solo ao redor.
Saber se o produto é herbicida seletivo ou não ajuda a prevenir a fitotoxicidade, a perda de plantas úteis e os problemas de replantio.
Os herbicidas não-seletivos são aqueles aplicados em áreas onde não há cultivo ou na dessecação antes do plantio.
Época de aplicação
O momento da aplicação também define a eficiência do controle. Os herbicidas são classificados de acordo com a fase da cultura ou das plantas daninhas em que devem ser aplicados:
- Pré-plantio: aplicados antes da semeadura da cultura;
- Pré-emergente: aplicados após o plantio, mas antes da emergência das plantas daninhas para criar uma barreira no solo e impedir a germinação das invasoras;
- Pós-emergente: usados após a emergência da cultura ou das plantas daninhas. Exigem mais cuidado com seletividade e estágio de desenvolvimento da planta-alvo.
Cada época exige atenção às condições climáticas, tipo de solo e cobertura vegetal. Aplicar na hora errada pode comprometer a capacidade de ação do produto e prejudicar a cultura.
Modo de ação
O modo de ação corresponde aos processos de absorção, translocação, metabolismo e interação no sítio de ação, ou seja, mostra como o herbicida interfere nos processos vitais da planta. Ele determina se o efeito será rápido ou lento, se vai secar as folhas, parar o crescimento ou causar outros tipos de danos.
O modo de ação se divide em duas categorias:
Herbicidas de contato
Os herbicidas de contato agem somente nas partes da planta onde o produto toca. Eles não se movimentam dentro da planta, por isso, exigem cobertura uniforme e boa pulverização. São adequados para plantas pequenas e de folhas expostas.
- Vantagens: ação rápida, controle localizado;
- Cuidados: não eliminam raízes ou estruturas internas, o que pode favorecer o rebrote.
Herbicidas sistêmicos
Os herbicidas sistêmicos são absorvidos pelas folhas ou raízes e se movem dentro da planta através do xilema ou floema. Assim, o produto atinge também as raízes e os pontos de crescimento.
- Vantagens: controle mais completo, inclusive em plantas perenes;
- Cuidados: precisam de tempo para agir e condições favoráveis de clima e umidade.
A escolha entre os tipos de herbicidas sistêmicos e os tipos de herbicidas de contato depende do estágio da planta daninha, da cultura, do histórico da área e dos objetivos do manejo.
Outros critérios
Além dos fatores acima, também vale considerar outros fatores:
Mecanismo de ação
Refere-se à primeira reação química que o herbicida provoca na planta daninha. Alguns exemplos são a inibição de enzimas, o bloqueio da fotossíntese ou a interferência na divisão celular. Alternar os mecanismos é indispensável para prevenir a resistência.
Formulação
Os herbicidas podem ser formulados como concentrados solúveis (SL), suspensões concentradas (SC), emulsões (CE), entre outros. Esse aspecto afeta a forma de preparo da calda, a compatibilidade com outros produtos e a eficiência da aplicação.
Comportamento no solo
Após a aplicação, os herbicidas interagem com o solo de maneiras diferentes. Esses comportamentos influenciam a eficácia do controle e a segurança para a cultura.
Os principais fatores a considerar são:
- Adsorção: mostra quanto do produto é retido pelas partículas do solo. Solos com mais argila ou matéria orgânica podem exigir ajustes na dose para alcançar a ação desejada;
- Persistência: define por quanto tempo o herbicida permanece ativo no solo, contribuindo para o controle prolongado de plantas daninhas;
- Mobilidade: representa a capacidade do produto de se mover com a água no perfil do solo. Herbicidas com maior mobilidade precisam de atenção ao tipo de solo e ao regime de chuvas para que permaneçam na zona de ação desejada.
Conheça os principais tipos de herbicida
Agora que já entendemos como os herbicidas são classificados, é hora de olhar para a prática no campo: quais são os principais tipos de herbicidas disponíveis, como atuam, quando usar e quais exemplos confiar na hora de escolher.
Herbicidas sistêmicos
Os tipos de herbicidas sistêmicos são absorvidos pelas folhas ou raízes da planta daninha e se movimentam internamente através dos tecidos vasculares (o xilema e o floema) alcançando regiões distantes do ponto de aplicação, como caules, rizomas e raízes.
A translocação serve para eliminar completamente a planta, inclusive aquelas que apresentam grande capacidade de rebrota.
Esse tipo de herbicida é recomendado para o controle de espécies perenes e de difícil erradicação, sobretudo quando a infestação já está estabelecida.
Como vantagem, oferece controle mais duradouro, reduzindo a necessidade de reaplicações. Porém, é fundamental respeitar o intervalo entre a aplicação e o plantio da cultura seguinte para evitar impactos residuais.
Se você busca um herbicida com ação profunda e duradoura, pode contar com boas opções da Alta Defensivos:
- Fortan, à base de atrazina, é ideal para milho e entrega não só ação sistêmica, mas também um bom efeito residual no solo;
- Velik, com glifosato potássico, atua em folhas largas e estreitas no pós-emergente com alta eficiência em áreas sem cultivo;
- Verace, à base de flumioxazina, se destaca pela mobilidade e residualidade, mantendo a lavoura limpa desde o início do ciclo.
Herbicidas de contato
Diferente dos sistêmicos, os tipos de herbicidas de contato atuam diretamente no local onde atingem os tecidos vegetais, causando necrose e morte rápida da parte atingida. Por isso, exigem boa cobertura da pulverização, principalmente nas folhas, para que o controle seja eficaz.
Esse tipo de herbicida é mais indicado para plantas daninhas em estágios iniciais, com pouca massa foliar, e em situações que demandam uma ação imediata, como na dessecação. No entanto, não são tão eficazes contra daninhas perenes com sistemas radiculares profundos, visto que não atingem as raízes.
Na Alta Defensivos, um dos destaques é o Arcalis, à base de diquate, que atua no fotossistema I e proporciona resultados visíveis em poucas horas, sob luz intensa.
Herbicidas seletivos
Os herbicidas seletivos são desenvolvidos para atingir apenas as plantas daninhas, preservando a cultura principal. Essa seletividade pode ser natural — pela capacidade da planta cultivada de metabolizar o princípio ativo — ou obtida por meio de modificações genéticas, como no caso das variedades transgênicas tolerantes a herbicidas.
São adequados em áreas onde a cultura e as daninhas convivem no mesmo espaço e a aplicação precisa ser feita em área total. A escolha do herbicida seletivo deve considerar o tipo de cultura, o estádio de desenvolvimento da planta e as condições do solo e clima.
A Alta Defensivos conta com ótimas opções nessa categoria:
- Cartago, à base de cletodim, tem alta seletividade e é eficaz contra gramíneas resistentes, como o amargoso;
- Venture Max, haloxifope-P-metílico, é indicado para soja, algodão e feijão, com segurança e desempenho no controle pós-emergente;
- Ameris, muito usado em canaviais para o manejo da cana de açúcar sem afetá-la negativamente.
Herbicidas não-seletivos
Os herbicidas não-seletivos têm ação ampla, eliminando praticamente todas as espécies vegetais com as quais entram em contato. Por essa razão, são recomendados apenas para uso em áreas sem cultura implantada.
Apesar da eficiência, é necessário ter atenção redobrada, pois se aplicados de forma incorreta podem danificar ou até destruir a cultura desejada. São fundamentais em áreas que necessitam do controle total da vegetação, como sistemas de plantio direto e faixas de segurança.
Entre os destaques da Alta, estão:
- Audace, glufosinato, é um não-seletivo versátil, utilizado tanto na dessecação de pré-plantio quanto em jato dirigido;
- Zavit, à base de glifosato, também se enquadra nessa categoria para o controle de folhas largas e estreitas.
Herbicidas pré-emergentes
Os herbicidas pré-emergentes são aplicados antes do surgimento das ervas daninhas, formando uma barreira química no solo que impede a germinação e o desenvolvimento inicial das plantas invasoras.
Eles são fundamentais para proteger a cultura nos estágios iniciais, quando a competição com as daninhas pode prejudicar o estabelecimento da lavoura.
São produtos que oferecem ação residual prolongada, reduzindo a necessidade de reaplicações, com economia no manejo. No entanto, a eficiência depende da umidade do solo e da correta incorporação ou ativação pela chuva ou irrigação.
Entre os pré-emergentes da Alta, o Verace, com flumioxazina, se destaca pela ação duradoura contra folhas largas e estreitas, e no controle de daninhas resistentes. O Nostri, à base de metribuzim, e o Ameris, com tebutiuron, também são boas escolhas para manter a área limpa desde o início da safra.
Herbicidas pós-emergentes
Os herbicidas pós-emergentes são aplicados após o surgimento das ervas daninhas ou da cultura. Eles são úteis quando a infestação já está visível e a ação precisa ser mais direta, atingindo as plantas indesejadas em pleno desenvolvimento.
Esses produtos demandam atenção ao estágio de crescimento das daninhas, pois sua eficácia pode variar conforme o porte das plantas. Outros fatores, como temperatura, umidade e velocidade do vento, também interferem no desempenho da aplicação.
A Alta Defensivos oferece diversas opções para esse tipo de manejo:
- Field, com 2,4-D, é eficaz em pós-emergência e possui amplo espectro de controle;
- Volcane, à base de MSMA, atua bem nas culturas da cana-de-açúcar e do algodão;
- Shift, com fomesafem, é excelente no controle de folhas largas em áreas com histórico de resistência.
Desafios no uso de herbicidas
Mesmo com todas as vantagens no controle de plantas daninhas, o uso de herbicidas exige conhecimento técnico e boas práticas.
Quando aplicados sem critério, os produtos perdem eficiência, causam danos à lavoura e ao meio ambiente e até comprometem as futuras safras. A seguir, destacamos os principais pontos de atenção.
Resistência
Um dos maiores desafios no uso de herbicidas é a resistência das plantas daninhas. Quando se usa repetidamente o mesmo produto ou produtos com o mesmo mecanismo de ação, as plantas mais resistentes vão sobrevivendo e se multiplicando.
Com o tempo, essas espécies passam a não responder mais ao tratamento, exigindo doses cada vez maiores ou combinações mais agressivas, o que encarece o manejo e reduz as opções de controle.
Para evitar esse cenário, é preciso alternar os mecanismos de ação, combinando diferentes tipos de herbicidas ao longo dos ciclos.
Da mesma forma, é recomendado rotacionar culturas, incluir o uso de pré e pós-emergentes e, sempre que possível, associar o controle químico a outras práticas de manejo.
Falhas de aplicação
Muitos problemas no campo não estão ligados à escolha do herbicida em si, mas à forma como ele é aplicado. Fatores como chuvas inesperadas, ventos fortes, temperaturas inadequadas e o uso de equipamentos desregulados interferem no resultado.
Outro ponto comum é a aplicação fora do estágio ideal da planta daninha, quando ela já está muito desenvolvida ou em período de baixa sensibilidade. O uso de doses erradas, seja por erro na diluição ou na velocidade de aplicação, gera fitotoxicidade na cultura ou ineficiência no controle.
Portanto, seguir a recomendação da bula, fazer a calibração correta dos pulverizadores e respeitar as condições climáticas são medidas indispensáveis para ter bons resultados.
Impactos ambientais e obrigações legais
Produtos mal aplicados e armazenados de forma inadequada podem causar deriva química, afetar culturas vizinhas e contaminar cursos d’água, solos e até a saúde humana.
É preciso estar atento à legislação vigente, que determina regras para o transporte, armazenamento, uso de EPIs, descarte de embalagens e aplicação de defensivos.
Usar herbicidas registrados no Ministério da Agricultura e dentro das recomendações técnicas é uma exigência legal e também uma garantia de segurança para todos os envolvidos no processo.
Integração dos herbicidas com outras práticas de manejo
Os herbicidas são excelentes ferramentas, mas não são a única solução no combate às daninhas. O agricultor que busca produtividade sustentável precisa pensar em manejo integrado, combinando várias estratégias.
Práticas como a rotação de culturas, o uso de plantas de cobertura, o plantio direto e o controle mecânico em momentos específicos ajudam a reduzir a pressão de seleção e a prevenir infestações severas.
O herbicida certo, aplicado no momento ideal e dentro de um plano de manejo bem estruturado, rende muito mais.
Como aplicar herbicidas? 6 dicas de aplicação
Agora que você já conhece os tipos e os principais cuidados no uso, é hora de pensar em como aplicar herbicida.
Afinal, a técnica utilizada no campo influencia o desempenho do produto. Conheça seis orientações práticas para ter mais eficiência, segurança e economia no uso de herbicidas.
Ajuste a dose conforme a bula e o estágio da planta daninha
A bula é a principal referência técnica para qualquer defensivo agrícola. Ela informa a dose correta e como aplicar o herbicida para cada cultura e tipo de planta daninha. Usar mais ou menos do que o recomendado interfere negativamente no controle e causa danos à lavoura.
A idade e o porte das plantas daninhas também influenciam na eficácia. Plantas muito grandes exigem doses ajustadas ou associações de produtos. Fique atento ao momento certo!
Verifique clima, vento e umidade antes de pulverizar
A pulverização deve ser feita em condições climáticas favoráveis. O ideal é aplicar com vento abaixo de 10 km/h, umidade relativa acima de 50% e temperaturas amenas, preferencialmente no início da manhã ou fim da tarde.
Evite aplicar se houver previsão de chuva nas próximas horas para que o produto não seja “lavado” antes da absorção, reduzindo seu efeito.
Utilize maquinário calibrado e bicos apropriados
Um pulverizador fora de calibração coloca em risco toda a aplicação. Por isso, é preciso ter atenção com a pressão, a vazão dos bicos, a altura da barra e o estado geral do equipamento antes de entrar na lavoura.
A escolha dos bicos também influencia na formação das gotas, na cobertura das folhas e na redução da deriva. Vale a pena investir em bicos de qualidade e ajustar conforme o tipo de aplicação.
Escolha o herbicida conforme o tipo de erva daninha presente
Nem todo herbicida serve para qualquer planta daninha. Por isso, o primeiro passo é identificar corretamente as espécies invasoras da sua área. Algumas são de folhas largas, outras de folhas estreitas, algumas têm ciclos anuais, outras são perenes.
Com essa informação, você consegue escolher o produto mais eficiente para o seu caso, levando em conta o estágio da planta, possível resistência e a cultura em desenvolvimento.
Adapte o herbicida seletivo ao tipo de cultura plantada
Se você cultiva soja, milho, trigo, feijão ou cana-de-açúcar, precisa estar atento à seletividade dos herbicidas. Um produto indicado para uma cultura pode causar fitotoxicidade em outra.
Na Alta Defensivos, por exemplo, há opções como:
- Cartago, ideal para gramíneas em lavouras de soja e algodão;
- Field, 2,4-D, ótimo para cana-de-açúcar em pós-emergência;
- Fortan, que entrega seletividade e residualidade na cultura do milho.
Escolher o produto certo, para a cultura certa, previne os prejuízos e aumenta o controle das daninhas.
Prefira fornecedores confiáveis e use somente produtos registrados
Na hora de escolher um herbicida, não dá para correr riscos. Produtos sem registro ou de origem duvidosa podem danificar a lavoura, falhar no controle das daninhas e ainda causar sérios danos ao meio ambiente e à saúde de quem aplica.
Por isso, o mais seguro e inteligente é optar sempre por empresas com credibilidade no mercado e soluções registradas nos órgãos oficiais. É assim que você alcança qualidade na formulação, eficiência comprovada e apoio técnico quando precisar.
A Alta Defensivos é parceira do produtor rural que busca resultados de verdade. Com um portfólio completo de herbicidas seletivos, não seletivos, sistêmicos, de contato, pré e pós-emergentes, a Alta oferece opções para diferentes culturas, desafios e estágios da safra. Conheça todos os herbicidas disponíveis para cuidar da sua lavoura.
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